quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Lista de Interessados

Olá,

Gostaria de agradecer a todos que tem enviado e-mail com seus contatos manifestando interesse conforme proposta do Blog. Já estamos formando uma tabela por cidades, assim que houver um número suficiente de interessados por região (mesmo cidades vizinhas) enviaremos um e-mail para as pessoas das mesmas regiões colocando-as em contato para poderem formar seus grupos de estudos neodeístas.

Também já estamos escrevendo novas postagens para realimentar o Blog, depois de um longo período sem postagens. Aguardem novidades.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Dica de Leitura

Vamos deixar aqui uma sugestão de leitura muito boa para o estudo deísta, o livro “Como Jesus se tornou Deus” de Bart Ehrman.

Eis o prefácio do livro:

Jesus de Nazaré era um judeu de classe baixa dos confins da Galileia, cuja pregação apocalíptica sobre a iminência do fim do mundo e da chegada do reino de Deus o levou à condenação por crime contra o Estado e à morte infame por crucificação em Jerusalém. O homem Jesus tornou-se um dos maiores personagens religiosos da História e acabou aclamado como Deus pelos cristãos. Mas Jesus pensava que era Deus? Ele se proclamou assim? Seus discípulos viam-no como tal? O que os primeiros cristãos pensavam dele? A partir dessas perguntas, Bart D. Ehrman narra 'como Jesus se tornou Deus', separando fatos históricos, visões teológicas e questões de fé.Jesus de Nazaré era um judeu de classe baixa dos confins da Galileia, cuja pregação apocalíptica sobre a iminência do fim do mundo e da chegada do reino de Deus o levou à condenação por crime contra o Estado e à morte infame por crucificação em Jerusalém. O homem Jesus tornou-se um dos maiores personagens religiosos da História e acabou aclamado como Deus pelos cristãos. Mas Jesus pensava que era Deus? Ele se proclamou assim? Seus discípulos viam-no como tal? O que os primeiros cristãos pensavam dele? A partir dessas perguntas, Bart D. Ehrman narra 'como Jesus se tornou Deus', separando fatos históricos, visões teológicas e questões de fé.Jesus de Nazaré era um judeu de classe baixa dos confins da Galileia, cuja pregação apocalíptica sobre a iminência do fim do mundo e da chegada do reino de Deus o levou à condenação por crime contra o Estado e à morte infame por crucificação em Jerusalém. O homem Jesus tornou-se um dos maiores personagens religiosos da História e acabou aclamado como Deus pelos cristãos. Mas Jesus pensava que era Deus? Ele se proclamou assim? Seus discípulos viam-no como tal? O que os primeiros cristãos pensavam dele? A partir dessas perguntas, Bart D. Ehrman narra 'como Jesus se tornou Deus', separando fatos históricos, visões teológicas e questões de fé.Jesus de Nazaré era um judeu de classe baixa dos confins da Galileia, cuja pregação apocalíptica sobre a iminência do fim do mundo e da chegada do reino de Deus o levou à condenação por crime contra o Estado e à morte infame por crucificação em Jerusalém. O homem Jesus tornou-se um dos maiores personagens religiosos da História e acabou aclamado como Deus pelos cristãos. Mas Jesus pensava que era Deus? Ele se proclamou assim? Seus discípulos viam-no como tal? O que os primeiros cristãos pensavam dele? A partir dessas perguntas, Bart D. Ehrman narra 'como Jesus se tornou Deus', separando fatos históricos, visões teológicas e questões de féJesus de Nazaré era um judeu de classe baixa dos confins da Galileia, cuja pregação apocalíptica sobre a iminência do fim do mundo e da chegada do reino de Deus o levou à condenação por crime contra o Estado e à morte infame por crucificação em Jerusalém. O homem Jesus tornou-se um dos maiores personagens religiosos da História e acabou aclamado como Deus pelos cristãos. Mas Jesus pensava que era Deus? Ele se proclamou assim? Seus discípulos viam-no como tal? O que os primeiros cristãos pensavam dele? A partir dessas perguntas, Bart D. Ehrman narra como Jesus se tornou Deus, separando fatos históricos, visões teológicas e questões de fé.

O processo da exaltação de Jesus é analisado no contexto dos primórdios do Cristianismo, do desenvolvimento da cristologia e também da época e do lugar em que Jesus viveu, a Palestina do século I d.C., sob o domínio do Império Romano e influenciada pela cultura grega.Como Jesus se tornou Deus é um relato fascinante sobre a evolução da cristologia do século I ao século IV. Diferenciando os fatos históricos das questões teológicas e de fé, o autor analisa o que os Evangelhos falam sobre a divindade de Jesus e apresenta as ideias de vários teólogos posteriores, montando um panorama da exaltação de um pregador judeu ao status divino supremo”. 

Uma leitura sem dúvidas interessante para quem busca compreender as origens do mito cristão.

domingo, 10 de maio de 2015

Intolerância

Retomando as postagens do blog, vamos postar uma sequencia de links para assistir um debate sobre o tema "intolerância", a antítese da tolerância, pois refletindo e entendendo melhor como se manifesta a intolerância podemos percebe-la e consequentemente combate-la chegando a uma melhor condição de tolerância. Temos que entender a diferença entre discordância, impaciência, intolerância, etc. Esse debate nos faz refletir sobre isso, sobre o quanto nos falta para atingirmos a almejada fraternidade dentro do contexto de um mundo globalizado.



Já nos disse André Comte-Sponville que "A tolerância é uma virtude delicada pois só pode ser considerada virtude se for na dose certa – e este é um grande desafio. Tolerar tudo não é mais tolerância e sim indiferença".

Existem limites que diferenciam tolerância, indiferença, permissividade, conivência. Seria tolerância tolerar o racismo por exemplo? Seria tolerância tolerar um governo ou ideologia intolerante? A resposta seguramente é não, portanto a tolerância só é virtude se estiver aliada à moral e outras virtudes, só é virtuoso tolerar um erro havendo o propósito da correção, de não mais reincidi-lo. Tolerar que alguém erre indiscriminadamente e por reiteradas vezes passa à ser indiferença quando não cumplicidade. É sobre tudo isso que nos fazem pensar os grandes filósofos e sobre tudo isso e muito mais é que trata este debate de altíssimo nível a respeito do tema.

Segue abaixo os links do programa:

Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=CrBgclG5zC8
Parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=u6czBRKlzdw
Parte 3: https://www.youtube.com/watch?v=bBGZOBCbnaY
Parte 4: https://www.youtube.com/watch?v=5NAEjrE8RT4

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Uma humanidade melhor

Não podia faltar aqui neste blog o famoso discurso feito por Charles Chaplin no final do seu filme "O grande ditador". Trata-se de um bravo discurso de um espírito certamente à frente de seu tempo, um discurso apaixonado e apaixonante de um livre-pensador, que feito em 1940 ecoa até os dias de hoje. Vale a pena prestar atenção em cada frase, quem o ouve não tem dúvidas de que Charles Chaplin usou a arte para deixar uma mensagem de ouro às gerações futuras.

Para quem identifica-se com o deísmo, a mensagem e o chamado à luta feito por Chaplin através de seu personagem chamam a atenção para questões importantes, verdadeiras lutas com as quais a filosofia deísta se identifica, mas uma luta que começa dentro de nós mesmos e reflete-se fora, é levada para fora, com o uso da democracia como ele pede, com mais uso da razão, da inteligência e do progresso para o bem comum e não para a destruição, buscando o bem e a felicidade sem distinção de fronteiras, de raças ou de crenças, dando mais importância ao bem, à felicidade e à paz que a estas diferenças, lutando contra o desejo insano do poder aliado ao ódio e a não aceitação do outro. Toda esta mensagem está no seu discurso, de forma muito mais inspiradora, emocionante, envolvente e estimulante, portando, ouçamos:


domingo, 30 de novembro de 2014

Discurso do Método

Nesta postagem vou deixar a sugestão de leitura (no final tem o link para download) de um livro que certamente deve fazer parte da bibliografia básica de qualquer deísta, "O discurso do Método" de Descartes, um livro pequeno em número de páginas, mas imenso em conteúdo filosófico para nos fazer pensar sobre nós mesmos e nossa relação com a sociedade e cultura a qual estamos inseridos. Este filósofo foi um precursor do Iluminismo, um ícone do pensamento moderno na filosofia. Descartes foi uma mente brilhante à frente do seu tempo, influenciou o pensamento deísta, moldou uma nova forma de pensar na sociedade combatendo o obscurantismo de mentes sem ciência, ajudou a popularizar o método científico na forma de pensar das pessoas. Para saber mais sobre ele basta acessar: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes

Vou transcrever a contracapa de apresentação da edição da editora Escala a qual tenho um exemplar físico do livro:

"Esta pequena obra é uma profissão de fé na verdade, melhor dito, na busca da verdade, no conhecimento da verdade plena por meio de suas causas primeiras. Essas causas devem ser procuradas pela reflexão e pela pesquisa, ou seja, por meio do raciocínio e de experiências que deem suporte a esse raciocínio que leva a deduzir as verdades científicas que, por sua vez, conduzem à verdade suprema. Nesse percurso, o método científico e o método racional são de fundamental importância. a ciência não exclui a fé, mas tampouco esta exclui aquela. O Discurso do Método, portanto, não é somente uma profissão de fé na verdade científica, mas também no intelecto humano que é capaz de chegar a ela. Para tanto, deve seguir uma metodologia segura, um método rigoroso, cujos princípios o autor estabelece neste texto."

Abaixo um link para o livro, se este link vier a não funcionar solicito me comunicarem:

http://www.valdiraguilera.net/bu/discurso-do-metodo.pdf

Boa leitura e boas reflexões.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O ateísmo é filosoficamente muito fácil...

Luiz Felipe Pondé trata como muita serenidade da questão de que o ateísmo é equivocadamente associado com "ser inteligente", ele abertamente fala que considera cômico alguém se achar mais inteligente que o outro porque é ateu, muito pelo contrário, o ateísmo simplista é filosoficamente a hipótese mais fácil, não requer pensar, não requer filosofar. Pondé não defende a prevalência das religiões, não, porque a religião é também uma resposta fácil por ser dogmática, ele assume estar aberto à este tema e considera-o algo muito grande na filosofia, não o deus religioso mas a ideia filosófica de Deus, de um Princípio Criador como algo diferente do simples dogmatismo religioso. Isto tem muita relação com o deísmo, o deísta acredita e busca Deus aliando Ciência, Filosofia e contemplação da vida e do Universo.

Vale muito assistir a resposta dele, clique no vídeo abaixo:

domingo, 31 de agosto de 2014

"Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará"

Interessante entrevista com ex-padre e autor de um recente livro intitulado "A comercialização da fé". Estou postando um trecho de 12 minutos selecionado da entrevista que tem ao todo quase duas horas. A entrevista na íntegra também pode ser encontrada no YouTube.

N
ão desmerecendo o programa e os entrevistadores, mas gostaria de ver este ex-padre entrevistado no Jô Soares, seria um grande serviço à abertura das mentes fanatizadas jogando um pouco de luz sobre temas aonde as trevas da ignorância reinam soberanas justamente pela falta de informação e estudo. Quem é deísta tem o dever de estudar as informações trazidas nesta entrevista.
 
Segue abaixo o vídeo.